Um compromisso sempre actual: Educar para a Paz
Dirijo-me a vós, Chefes das nações, que tendes o dever de promover a paz.
A vós, Juristas, empenhados em traçar caminhos de pacífico entendimento,preparando convenções e tratados que reforçam a legalidade internacional! A vós, Educadores da juventude, que em cada continente trabalhaisincansavelmente para formar as consciências no caminho da compreensão e dodiálogo! E dirijo-me também a vós, homens e mulheres que vos sentis tentados arecorrer ao inadmissível instrumento do terrorismo, comprometendo assim pelaraiz a causa pela qual combateis! Escutai todos o apelo humilde do sucessor de Pedro, que clama: Hoje, noinício do novo ano 2004, a paz continua ainda possível. E, se é possível, entãoa paz é um dever! 4. Já na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1 de Janeiro de 1979, eulançara este apelo: « Para alcançar a paz, educar para a paz ». Hoje isto éainda mais urgente, porque os homens, à vista das tragédias que continuam aafligir a humanidade, sentem-se tentados a ceder ao fatalismo, como se a pazfosse um ideal inacessível.
Ao contrário, a Igreja sempre ensinou, e ensina ainda hoje, um axiomamuito simples: a paz é possível. Mais, a Igreja não se cansa de repetir: a pazé um dever. Esta há-de ser construída sobre as quatro colunas indicadas peloBeato João XXIII na Encíclica Pacem in terris, ou seja, sobre a verdade, ajustiça, o amor e a liberdade. Portanto, a todos os amantes da paz impõe-se umaobrigação, que é educar as novas gerações para estes ideais, a fim de prepararuma era melhor para a humanidade inteira.João Paulo II
Um compromisso sempre actual: educar para a paz 1° DE JANEIRO DE 2004
1 comentário:
Não deixe nada atrapalhar seu casamento!
Não resta dúvida que a infidelidade conjugal é um dos principais fatores de separações e divórcios. Em conseqüência, é óbvio que os casais que pretendem ter casamentos tranqüilos e equilibrados precisam se empenhar para desenvolver um relacionamento à prova de infidelidade.
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